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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Formatura na faculdade, preparativos


Estou no sexto ano de letras!
Sim, 6 anos!Mas como juminako? Vocês me perguntam, simples, a doida aqui quis estudar português e japonês, além disso fez atividades extracurriculares como sociologia da moda, um dos melhores cursos da minha formação, e TGI misturando japonês clássico, latim e história do Japão.
Mas, faltando apenas 1 semestre, 1 matéria e o final do meu trabalho, já posso me concentrar na comemoração! Sim, vou fazer a festa de formatura! Eu estava pensando, fazer ou não? Afinal são quase 2 mil reais para uma festa que dura 4 h! Isso sem contar vestido, cabelo, maquiagem, foto....Ai meu dinheirinho!

Mais ai também pensei, é um dia para eu me arrumar linda, colocar aquele vestido longo perfeito, uma maquiagem e cabelo incríveis, reunir meus parentes mais chegados e amigos queridos e comemorar uma conquista importantíssima: O tão sonhado diploma!
Terminar a faculdade mostra que você se esforçou, no meu caso significou dormir pouco e estudar muito, quando não trabalhava de carteira assinada, fazia meus "bicos" e aproveitava para estudar de verdade, sempre economizando, pois a grana era curta, enfim, um grande esforço para conquistar o canudo, e se te desanima ou não, nem ando o usando no trabalho atual, entrei em outra área, que usa muito do meu conhecimento em línguas e no interpessoal, adquirido através da experiência na faculdade com outras pessoas. Ás vezes acontece exatamente isso, você estuda 6 anos e acaba trabalhando e se encantando por outra área!
Ainda bem! Temos que experimentar todas as oportunidades que aparecem!

Agora, além de terminar o que falta da facu, estou pensando seriamente no vestido, no penteado e etc, a sandália eu já tenho! Jean Paul Gaultier! (L)

E o anel? Tô em dúvida, minha mãe diz que não se usa mais! Mas é a pedra do meu signo também! Quer algo mais sensível que fazer letras e ser do signo de peixes? (ametista!)
Impossível!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sai! Melancolia...

Sua vida está em movimento, trabalho legal, amigos incríveis, fim-de-semana delicioso e mesmo assim, aquela pontadinha no peito.

Não é vontade de chorar, nem de dormir e muito menos de mudar de vida, mas o que é?
Os gregos criaram uma palavra para este sentimento: Melancolia, a tradução seria algo como Bílis negra, nas aulas de literatura clássica meu professor comentou que os gregos acreditavam que a bílis quando produzida escura, deixa os homens melancólicos.
Para a ciência é um estado psíquico de depressão sem causa específica, que se caracteriza pela falta de entusiasmo e predisposição para atividades em geral.
Mas é mais que isso, é uma vontade de transcender essa vida comum, alcançar algo maior e, como não é possível, ficamos presos à nossa pequenez e frustrados nos sentimos melancólicos.

Acho que me bateu um senso de realidade forte demais! 

terça-feira, 18 de maio de 2010

Metáfora do Golfinho, da carpa e do tubarão

Conversando sobre animais marinhos aqui no trabalho, descobri esta metáfora fantástica:

Uma brilhante metáfora criada por Dudley Lynch e Paul Kordis do Brain Technologies Institute - do tubarão, da carpa e do golfinho.

Existem três tipos de animais: as carpas, os tubarões e os golfinhos. A carpa é dócil, passiva e que quando agredida não se afasta nem revida. Ela não luta mesmo quando provocada. Se considera uma vítima, conformada com seu destino.

Alguém tem que se sacrificar, a carpa se sacrifica. Ela se sacrifica porque acredita que há escassez. Nesse caso, para parar de sofrer ela se sacrifica. Carpas são aquelas pessoas que numa negociação sempre cedem, sempre são os que recuam; em crises, se sacrificam por não poderem ver outros se sacrificarem. Jogam o perde-ganha, perdem para que o outro possa ganhar.

Declaração que a carpa faz para si mesmo:

"Sou uma carpa e acredito na escassez. Em virtude dessa crença, não espero jamais fazer ou ter o suficiente. Assim, se não posso escapar do aprendizado e da responsabilidade permanecendo longe deles, eu geralmente me sacrifico."

Nesse mar existe outro tipo de animal: o tubarão. O tubarão é agressivo por natureza, agride mesmo quando não provocado. Ele também crê que vai faltar. Tem mais, ele acredita que, já que vai faltar, que falte para outro, não para ele!

"Eu vou tomar de alguém!" O tubarão passa o tempo todo buscando vítimas para devorar porque ele acredita que podem faltar vítimas. Que vítimas são as preferidas dos tubarões? Acertou, as carpas. Tanto o tubarão como a carpa acabam viciados nos seus sistemas. Costumam agir de forma automática e irresistível. Os tubarões jogam o ganha-perde, eles tem que ganhar sempre, não se importando que o outro perca.

Declaração que o tubarão faz para si mesmo:

"Sou um tubarão e acredito na escassez. Em razão dessa crença, procuro obter o máximo que posso, sem nenhuma consideração pelos outros.
Primeiro, tento vencê-los; se não consigo, procuro juntar-me a eles."

O terceiro tipo de animal: o golfinho. Os golfinhos são dóceis por natureza. Agora, quando atacados revidam e se um grupo de golfinhos encontra uma carpa sendo atacada eles defendem a carpa e atacam os seus agressores.

Os "Verdadeiros" golfinhos são algumas das criaturas mais apreciadas das profundezas. Podemos suspeitar que eles sejam muito inteligentes - talvez, à sua própria maneira, mais inteligentes do que o Homo Sapiens. Seus cérebros, com certeza, são suficientemente grandes - cerca de 1,5 quilograma, um pouco maiores do que o cérebro humano médio - e o córtex associativo do golfinho, a parte do cérebro especializada no pensamento abstrato e conceitual, é maior do que o nosso. E é um cérebro, como rapidamente irão observar aqueles fervorosos entusiastas dedicados a fortalecer os vínculos entre a nossa espécie e a deles, que tem sido tão grande quanto o nosso, ou maior do que o nosso, durante pelo menos 30 milhões de anos.

O comportamento dos golfinhos em volta dos tubarões é legendário e, provavelmente, eles fizeram por merecer essa fama. Usando sua inteligência e sua astúcia, eles podem ser mortais para os tubarões. Matá-los a mordidas? Oh, não! Os golfinhos nadam em torno e martelam, nadam e martelam. Usando seus focinhos bulbosos como clavas, eles esmagam metodicamente a "caixa torácica" do tubarão até que a mortal criatura deslize impotente para o fundo.

Todavia, mais do que por sua perícia no combate ao tubarão, escolhemos o golfinho para simbolizar as nossas idéias sobre como tomar decisões e como lidar com épocas de rápidas mudanças devido às habilidades naturais desse mamífero para pensar construtiva e criativamente. Os golfinhos pensam? Sem dúvida. Quando não conseguem o que querem, eles alteram os seus comportamentos com precisão e rapidez, algumas vezes de forma engenhosa, para buscar aquilo que desejam. Golfinhos procuram sempre o equilíbrio, jogam o ganha-ganha, procuram sempre encontrar soluções que atendam as necessidades de todos.

Declaração que o golfinho faz para si mesmo:

"Sou um golfinho e acredito na escassez e na abundância potenciais. Assim como acredito que posso ter qualquer uma dessas duas coisas - é esta a nossa escolha - e que podemos aprender a tirar o melhor proveito de nossa força e utilizar nossos recursos de um modo elegante, os elementos fundamentais do modo como crio o meu mundo são a flexibilidade e a capacidade de fazer mais com menos recursos."



Adaptado de: "A Estratégia do Golfinho"
Dudley Lynch e Paul L. Kordis - Ed. Cultrix.


Fonte: http://www.golfinho.com.br/metaforas/metafora.htm


E você?

Com que animal se identifica?